A informação foi avançada nesta terça-feira pelo director geral da empresa, Aristides da Silva, tendo avançado, que deste número, 200 toneladas destinam-se a fins agrícolas para grandes e médias empresas nas províncias do Cuanza Sul, Benguela, Huambo e Luanda.
Acrescentou que cerca de 120 toneladas de gesso calcinado servem de matéria-prima para a Supergesso fabricar tectos falsos e paredes ( blocos) divisórias internas de residências e outras 100 toneladas de gipsita ( pedra de Gesso) vão para indústria cimenteira.
“Temos uma área de exploração de 229 hectares, o que permite-nos aumentar a produção caso haja mais necessidades”, disse.
Adiantou que em carteira está a produção de gesso acartonado (usada em projectos de arquitectura e design de interiores), cujas quantidades a serem produzidas está a depender de um estudo do mercado.
A Supergesso foi inaugurada em Março de 2009, com um capital inicial de 20 milhões de dólares americanos, e emprega 43 operários.
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