“Comprávamos uma máscara por 50 kwanzas e agora subiu para 500, o par de luvas era 300 e já vale 500 kwanzas, o médio frasco de álcool que custava 500 passou para 1500 kwanzas”, relatou à VOA Catarina Malungo, tendo sido corroborada por Domingas Alfredo.

Frente às críticas, o proprietário de uma farmácia, Osvaldo Caluga, justifica a demanda e a procura como fatores das alterações de preços considerados exorbitantes pelos clientes num período em que todos lutam pela vida.

“Há muita procura e pouca demanda, nós também estamos a encontrar dificuldades para adquirir produtos junto dos nossos fornecedores”, afrima Caluga, apelando ao “Governo que crie um mecanismo para a entrada de mais produtos”.

O ativista e representante da organização África Kintuadi Leu Paxe Keniata propõe um acordo entre as farmácias e o Executivo provincial com vista a “ajudar a população”.

Keniata sublinha que, “neste período, o país necessita de unidade e quem violar a lei deve ser punido”.

A província não tem qualquer caso do novo coronavirus confirmado apesar de alguns suspeitos.

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