A informação foi prestada hoje, sexta-feira, pelo embaixador de Portugal em Angola, Pedro Pessoa e Costa, em declarações à imprensa, à saída de uma audiência com o presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

O diplomata referiu ser necessário definir-se rapidamente a estratégia de regresso dos homens de negócios, sob pena de afectar alguns projectos prioritários, tanto em Angola como Portugal.

Explicou que, numa primeira fase, a primazia deverá recair para empresários do ramo da construção civil necessários para às obras prioritárias de Angola, devendo cumprir todas regras de biossegurança, inclusive a quarentena.

Segundo o diplomata luso, decorre um trabalho com os empresários português para se identificar apenas as pessoas necessárias para regressar, devendo a escolha recair para aquelas com projectos prioritários. “Será um número pequeno, mas muito necessário”.

Lembrou que a pandemia está a ter impacto negativo na economia dos países, obrigando a adaptação à situação.

Desde a identificação do primeiro caso, em Março último, Angola  tem um acumulado de 1.483 casos positivos, com  64 óbitos, 520 recuperados e 899 activos, enquanto Portugal possui 52.351 casos, 1746 morte e 38,087 recuperados e 12,518 activos.

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