De acordo com o director da ENDE, Rosário de Almeida, que prestou esta informação hoje à Angop, à margem da terceira reunião de balanço da região centro, algumas empresas públicas e privadas (não especificadas) são as mais devedoras.

Apesar das dívidas, segundo o responsável, não existem restrições no fornecimento de energia eléctrica aos consumidores.

Informou que a falta de pagamento tem criado impasses para a materialização dos projectos ligados a expansão da rede para os restantes sete municípios.

Fez saber que a província do Cuanza Sul tem uma potência instalada de 104 megawatts e está a distribuir apenas 43.

Informou que o município da Quibala será a próxima a beneficiar de energia eléctrica, cujos trabalhos preliminares estão em curso.

Por seu turno, o vice-governador do Cuanza Sul para o sector técnico e infraestruturas, Demétrio Sepúlveda, disse que o fornecimento de energia constitui uma das prioridades do governo, por ser um recurso transversal ao desenvolvimento da economia.

O vice-governador prometeu apoiar institucionalmente a ENDE, com vista a instalação da energia eléctrica nos restantes sete municípios da província do Cuanza Sul.

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