Em declarações à Angop, a responsável adiantou que o período de veda à captura do carapau, que se observa de 1 de Junho até 31 de Agosto, terá contribuído nos baixos níveis de pescado, tal como as dificuldades financeiras dos armadores de pesca artesanal e ainda as constantes avarias das embarcações.

Maria Francisco disse que nos primeiros três meses do ano registou-se maior nível de captura, com 56 toneladas de pescado, ao passo que no segundo trimestre houve 43 toneladas.

Relativamente às espécies capturadas na orla marítima do Lobito, a directora da Agricultura e Pescas destacou, por exemplo, a sardinha, com 42 toneladas entre Janeiro e Março, assim como carapau, liro, corvina, pargo, bacalhau, “red fish” , azeite, espada e calamesso.

Sgundo a gestora das Pescas, 853 pescadores artesanais, auxiliados por 164 mulheres processadoras de pescado, e 77 embarcações de pesca, com e sem motor, contribuíram para a quantidade de pescado capturado de Janeiro até Junho do ano em curso, no Lobito.

Disse ainda que cinco cooperativas legalizadas, sendo quatro na sede do município do Lobito e uma na comuna do Egipto-Praia, dinamizam, actualmente, a actividade piscatória no ramo artesanal na orla marítima lobitanga.

Por outro lado, apontou que as zonas que asseguram a pesca artesanal, como fonte de renda para comunidades piscatórias do Lobito, são nomeadamente o Lobito Velho, Cabaia, Cassai e Restinga, na sede municipal, e no interior da localidade realce para o Egipto-Praia e Hanha do Norte.

Com uma extensão de 3.648 quilómetros quadrados, o Lobito tem mais de 400 mil habitantes.

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