O foco do projecto é incentivar o aumento da produção e da produtividade agrícola na campanha de 2020/2021, bem como facilitar o escoamento da safra.

Em declarações hoje, terça-feira, à Angop, na vila, o coordenador da unidade provincial do projecto, Eugénio Chilivila, disse que o município foi contemplado com 106 toneladas de fertilizantes diversos e mais de 79 já foram entregues.

Do total,  setenta toneladas são de composto 12-24-12, 18 toneladas de sulfato de amónio e igual quantidade de ureia.

As famílias foram seleccionadas mediante um processo de identificação, feito de Janeiro a Fevereiro do ano em curso em 14 aldeias do município.

Explicou que o objectivo é aumentar a produção e a produtividade das culturas de milho, feijão, batata-rena e hortícolas de 400 kg por hectare para mais de mil e garantir que sejam auto-suficientes na produção.

Referiu que esses agricultores estão a melhorar as suas técnicas e práticas agrícolas, adaptadas às actuais alterações climáticas, com o auxílio das escolas de campo.

“O camponês hoje faz as coisas da forma como aprendeu com os seus ancestrais, mas sem a aplicação prática de técnicas simples, pois se observa espaçamentos grandes entre as plantas, faz-se muito esforço e colhe-se muito pouco, com as aulas de campo, vão cada vez mais melhorar as suas práticas”, observou.

Até final do mês em curso, o projecto chega aos municípios de Chipindo, Cacula, Caluquembe e Caconda, num total de cinco mil 163 famílias.

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