As ondas de aproximadamente dois metros de altura impediram a atracagem de navios no cais local e o manuseamento de carga na ponte.

De acordo com o administrador para área técnica do Porto de Cabinda, Otiniel Niemba da Silva, os trabalhos só retomaram a normalidade na tarde de quinta-feira, permitindo assim as operações normais de atracagem, descarga e cargas.

Disse que neste momento estão ao largo da costa a espera de atracar na ponte cais cinco navios.

Referiu que as dificuldades na ponte cais de Cabinda vão continuar durante as calemas, caso não se concluam as obras do quebra-mar.

"Vamos continuar a registar essas dificuldades porque quando há maré alta o cais fica sem provisões técnicas de operacionalidade”, sublinhou.

Afirmou que enquanto duram as obras do quebra-mar, muitos armadores ficam com receio de ir a Cabinda devido aos prejuízos causados pelas fortes ondas.

No entanto, Otiniel Silva informou que as obras do quebra-mar estão no bom caminho, mas tendo em conta a situação da covid-19, os técnicos que deveriam estar em Cabinda encontram-se na capital Luanda, impedidos pela cerca sanitária.

Os meses de Julho e inicio de Agosto são os que mais provocam marés altas em Cabinda, prejudicando as operações portuárias, bem como a actividade piscatória.

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