De acordo com um comunicado enviado, o evento que contou com o apoio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Departamento de Promoção do Agronegócio), da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes Bovinas (ABIEC) e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Brasil, foi considerado como maior exportador de carne bovina do Mundo.

Brasil que se orgulha de ser um campeão de eficiência, conquistada ao longo de anos de trabalho e dedicação, e tem contribuído para a preservação de reservas florestais e da cobertura vegetal original no país. Entre 1990 e 2018, a produção da pecuária brasileira cresceu 139%, enquanto a área total utilizada para pastagens reduziu 15%, comprovando salto de produtividade que continua a evoluir.

Porém, Brasil é um parceiro histórico de Angola. O agronegócio brasileiro não oferece apenas a melhor opção a menores custos para o consumidor angolano, como é também fonte de investimentos produtivos em Angola. “Vemos Angola como um grande mercado de exportação, um mercado em que vale a pena investir, não só para benefício das empresas brasileiras, mas também para criar empregos para os angolanos”, sublinhou o diplomata, valorizando o “potencial” de Angola e considerando que “está no caminho certo no sentido de atrair o investimento privado e as empresas”.

Referir que cada vez mais empresários brasileiros dedicam a sua atenção ao potencial da agropecuária angolana. A indústria exportadora de carnes também produz e exporta, muitas vezes, material genético, como animais vivos, incluindo bovinos seleccionados, ovos férteis e pintos de um dia, que poderão contribuir para alavancar a competitividade da produção pecuária, de frangos e ovos em Angola.

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