Trata-se de agências / postos de atendimento  e agências de transferências   localizadas nas províncias  Luanda, Cunene,  Cuanza Sul, Benguela, Huíla, Namibe,  Cuando Cubango, Malanje, Uíge, Cabinda, Lunda Sul, Moxico  e Bengo.

Na lista a que a ANGOP teve acesso, a província de Luanda aparece com 22 pontos a encerrar, entre agências/ postos de atendimento e agências de transferências.

No quadro do encerramento destas agências, o BPC prevê dispensar  mais de mil e 600 trabalhadores, no quadro do programa de recapitalização e reestruturação.

A direção do BPC comprometeu-se em  preparar um valor na ordem dos 18 mil milhoes  de kwanzas para indemnizar  os funcionários, de acordo com Lei  de Trabalho, acrescido de um prémio.

O BPC, cujo maior accionista  é o Estado angolano, com um capital de 75%, detém o maior de número de postos de atendimento a nível do país , com mais de 300 postos.

Lembrar que a  17 de Abril deste ano o banco  sofreu um  roubo interno de  400 milhões de  de kwanzas, uma situação recorrente nesta unidade financeira.

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