O ministro, que falava a jornalistas depois de uma visita aos stands das companhias petrolíferas que participam na maior bolsa de negócios, assegurou que o processo tem seguido o seu percurso e o  ministério continua a trabalhar  como o envolvimento de todas as empresas, e como resultado tem havido a celebração de contratos programas conjuntos para que os jovens angolanos (os recém formados e os já empregados) possam ter um futuro em termos de carreira e de integração  que os garanta sustentabilidade.

O processo, de acodo com Botelho de Vasconcelos, visa também garantir que, em termos profissionais, os jovens angolanos possam atingir os seus objectivos.

Esclareceu que em determinados niveis este sector vai continuar a contar com a força de trabalho expatriada, por ser um ramo que necessita  de conhecimentos profundos e especialistas conhecedores da actividade, mas, reforçou, há melhoria de integração dos trabalhadores angolanos em quase todas as companhias.

Noutra vertente da sua intervenção, o ministro abordou a questão da subvenção do preço dos produtos derivados de petroleo, ao salientar que o Governo tomou algumas medidas para fazer a manutençao dos preços actuais, insentando o imposto de consumo.

Explicou que esta medida tem trazido alguns ganhos para o Orçamento Geral do Estado (OGE), mas que ainda são insuficientes.Por esta razão, especialistas dos ministerios dos Petroleos e das Finanças estão a trabalhar para que se estabelecer um programa no qual as subvençoes possam ser introduzidas de forma graduativa, mas sem prejudicar as áres como as pescas, agricultura e transportes publicos , por necessitarem de uma subvenção directa.

Neste âmbito, informou, têm sido ensaiados certos cenários que possam contribuir para que os niveis de subvenção possam ser reduzidos,  sem impacto negativo junto da população.

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