O posto de atendimento da Sonangol, segundo apurou a ANGOP, recepcionou na noite de quarta-feira um camião cisterna de 35 mil litros de gasolina, quantidade considerada insuficiente para atender o parque automóvel local.

De acordo com uma fonte, antes do Estado de Calamidade, o município de Mbanza Kongo recepcionava três a quatro camiões cisternas de 35 mil litros de gasolina por semana, número que ficou reduzido a um camião por semana.

A situação, acrescentou a fonte, deve-se ao facto de os carregamentos dos derivados de petróleo passarem a ser efectuados a partir da vila do Soyo (Zaire) cuja capacidade é muito limitada, ao contrário da capital do país, Luanda.

O mesmo cenário se regista também nas bombas da Pumangol, situada a cerca de três quilómetros da cidade, que nas primeiras horas desta quinta-feira recebeu um camião de gasolina, cuja capacidade não foi revelada.

“A cidade de Mbanza Kongo precisa de mais bombas de combustível para fazer face ao elevado número de viaturas e motorizadas”, afirmaram alguns automobilistas ouvidos pela Angop.

Essa realidade está a ser aproveitada por revendedores de gasolina a especularem o preço de 200 para 300 kwanzas o litro no mercado informal local.

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