De acordo com um comunicado enviado ao SAPO, trata-se de um processo que entronca num objectivo nacional cada vez mais assumido pelas autoridades nacionais, que olham para a existência de bancos angolanos fortes e sólidos, capazes de garantirem o património dos seus clientes, como um desígnio nacional.

“É objectivo de ambas as partes atraírem para esta operação parceiros estratégicos internacionais”, refere ainda o documento.

De realçar que esta eventual fusão já foi comunicada às entidades reguladoras de Angola e de Portugal.

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