A responsável falava em entrevista à Angop, após um “Workshop sobre os desafios dos empresários Exportadores” numa iniciativa do BFA, a margem da 8ª edição da Feira Internacional de Benguela (FIB), que decorrer 16 a 20 de Maio.

Segundo a bancária, foi aprovado esta semana uma linha para exportação no valor de USD 100 milhões para apoiar os exportadores angolanos ou aqueles clientes que têm condições ou vão criar condições ao longo do tempo em Angola, para levar os produtos feitos localmente para o mundo.

Manuela Moreira explicou que o BFA é o primeiro banco a pensar nesta necessidade e que quer ter um país que produza, transforme, consiga exportar e que reduza as importações e naturalmente substituir por exportações.

“Este é um caminho que Angola tem que fazer e o BFA quer e vai apoiar e é por isto que hoje viemos a Benguela, para aproveitar esta oportunidade da feira que é um centro de grandes negócios e convidamos a toda aquelas pessoas que acredita no país e no seu potencial de riqueza e na sua localização estratégica em África”, disse a administradora.

Disse que para habilitar o financiamento o empresário tem de ser cliente do BFA e provar que produz e tem produto para exportar, uma vez que neste momento se abriu em todos balcões a nível do país com recomendações.

“Todos e qualquer exportador e tudo que seja possíveis exportar para exterior naturalmente o BFA vai acolher os projectos as iniciativas e vai apoiar”, frisou Manuela Moreira afirmando que o crédito não tem como descontinuar porque este é o caminho de Angola e que o BFA vai apoiar.

O Banco de Fomento Angola existe no mercado desde 1990 e conta um milhão e 801 clientes, 166 agências, 16 centros de empresas.

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