Segundo uma nota de imprensa enviada ao SAPO, nesta agência, tal como na primeira, estão disponíveis todos os produtos e serviços comercializados no retalho para uma oferta completa aos clientes naquela que é uma das cinco cidades mais interessantes em termos de ambiente de negócios em Angola.

Segundo o Banco Económico, o balcão foi criado “para estabelecer uma nova relação entre o cliente e o banco, que seja fácil, intuitiva, flexível e eficaz, na qual a tecnologia e a fluidez digital e humana preenchem o espaço lado a lado”.

Explica ainda que “os pontos de contacto são imediatos desde a entrada: um balcão de acolhimento que remete para o self-banking ou que encaminha o cliente para um acompanhamento personalizado, caso seja necessário. O aconselhamento é uma parte importante na curva de aprendizagem, é a confiança que o cliente procura para abraçar estes novos canais, nos quais se baseia esta nova agência e com os quais nós queremos que os nossos clientes se sintam cada vez mais à vontade e cada vez mais familiarizados”.

Com esta abertura o Banco Económico expande e alarga a sua rede para 64 balcões no país e aumenta a sua proximidade com os clientes fora da capital. Diversificar para fora de Luanda e apostar no interior do país são dois grandes propósitos da instituição, que está sempre atenta às melhores práticas e à melhor e mais eficiente forma de integrar no sistema bancário a população angolana.

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