Em declarações à Angop, o chefe de departamento da área de Tráfego e Mobilidade Urbana, Octávio João, disse que o aumento deveu-se ao facto dos proprietários de táxis estarem acatar os conselhos, principalmente os que exercem a actividade de forma ilegal, a ter consciência das responsabilidades e cumpram com o que está estipulado por Lei.

Apesar do incremento, referiu não ser o desejado, pois o número de viaturas a agir na ilegalidade é ainda considerável, pelo que a meta é fazer com que todos operadores estejam legalizados.

Destacou que o gabinete, para além da actividade de táxi, licenciou igualmente entre outras actividades complementares, o transporte de mercadoria, transporte pesado de passageiros e oficinas mecânicas, que de forma geral, ao longo do período em análise permitiu arrecadar 33 milhões, 364 mil e 39 Kwanzas, contra os 26 milhões 542 mil e 339 Kwanzas de 2017.

Realçou que, em termos de automóveis pesados para o transporte de mercadoria também tiveram um incremento de licenças passadas, pois em 2018 foram 225, mais quatro em relação ao igual período em 2017.

A província da Huíla conta com mais de três milhões de habitantes e a rede de transportes públicos é quase inexistente, pelo que o serviço de táxi colectivo tem sido a alternativa para milhares de cidadãos.

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