Estes esforços estão a ser feitos no decurso do encontro global sobre energia, “Africa Energy Forum”, que decorre esta semana em Lisboa (Portugal), de acordo com uma nota a que a Angop teve acesso nesta quarta-feira.

O encontro, alinhado com agenda do África Energy Fórum, reúne empresas, investidores e especialistas em energia e tem como objectivo principal, a criação de condições para o financiamento de projectos estruturantes, essenciais para o desenvolvimento económico do continente africano, e em especial de Angola, ultrapassando assim um dos maiores desafios do sector.

O documento informa que a associação do Atlântico a este fórum internacional resultou do trabalho desenvolvido pelo banco, para mobilizar investidores interessados em investir no sector energético em Angola.

Na qualidade de instituição financeira com maior foco no desenvolvimento de projectos energéticos em África, e em particular em Angola, o Atlântico juntou esta semana, em Lisboa, operadores globais de elevada importância no sector.

O Atlântico, que resulta da fusão entre o Banco Privado Atlântico e o Banco Millennium Angola, concretizada em 2016, tem sido uma das instituições empenhada no apoio ao desenvolvimento do sector energético, que entre outros projectos, financiou a construção da barragem de Laúca, uma central hidroeléctrica localizada no rio Cuanza, entre as províncias de Malanje e do Cuanza Sul, cuja construção iniciou em 2012.

Angola conta com vários projectos do sector eléctrico, entre os quais, já em  funcionamento desde 2017, a segunda central da barragem hidroeléctrica de Cambambe, que elevou a capacidade de produção do empreendimento de 260 para 960 megawatts (MW).

Outro projecto é a  barragem Hidroeléctrica de Laúca, localizada no município de Cacuso, 164 quilómetros a norte da cidade de Malanje, projectada para produzir 1.998 megawatts de energia com seis turbinas de 333 megawatts cada, em duas centrais.

A primeira turbina de Lúca arrancou em Agosto de 2017 e a segunda está prevista entre Junho e Dezembro deste ano.

Já em relação a conclusão da Central Hidroeléctrica de Caculo Cabaça, no rio Cuanza, prevista para 2022, terá uma capacidade máxima de geração de energia prevista de 2.172 megawatts (MW).

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.