A Comifrio está presente na maior feira de Luanda e pretende manter uma relação forte com Angola, mas para isso precisa de um representante em Angola e uma maior cobertura para a divulgação dos seus produtos e serviços.

No Pavilhão dedicado a Portugal, o país que também tem a FILDA como a principal porta de entrada de investimentos em Angola, encontramos empresas de sectores muito diversificados: culinária, vestuário, doçaria, decoração, construção, bebidas, entre outros. "A FILDA deu a oportunidade de obter novos negócios, contactos e de poder mostrar aquilo que nós fazemos", referiu um representante da VHM sobre o que a FILDA representa.

A empresa portuguesa que tem como principal prática fazer projectos e o acompanhamento de obras a nível ambiental, segurança e fiscalização, pretende manter a "relação de continuidade para o futuro", afirmou a engenheira civil, Paula Belo.

A empresa de alumínios e papel aderente, Celar, fabricante há mais de 30 anos em Portugal, traz para a FILDA os seus produtos com inovação de forma a serem conhecidos no mercado angolano.

Lurdes Amorim, directora de exportação, explicou também como os produtos chegam até Angola. "Trabalhamos com exportação directa dos clientes que fazem encomendas em volumes. Para a Celar, a FILDA representa a forma de mostrar a marca, o trabalho que fazemos e o que de novo trazemos", declarou.

A empresa de decorações de interior de casas, Pedro M, pretende manter uma relação de longevidade de forma benéfica para os dois países: Portugal e Angola.
Carlos Joaquim, gerente, contou como estão a correr os negócios: "Estão a correr de forma razoável, nem estão muito bem, nem muito mal", explicou o responsável, com um sorriso.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.