O governante, que falava à Angop a propósito 177 reunião de ministros da OPEP, que se realiza hoje, explicou que a manutenção dos preços à níveis que satisfaçam os produtores, assim como os consumidores, é possível através do esforço dos países membros da OPEP e Não OPEP têm desenvolvido.

Por outro lado, explicou que Angola defende a manutenção e continuidade dos cortes decididos em 2018 pela OPEP na 175 reunião, que estabelece um quota de produção estimada em 1.481000 barris de petróleo/dia.

Acrescentou que a continuidade dos cortes na produção vai  beneficiar a economia angolana e não só,  pelo facto de elevar os preços e proporcionam mais receitas cambiais.

No que diz respeito à relação entre Angola e o Secretariado-Geral da OPEP, explicou  que, como membro efectivo, o país tem pautado sempre por óptimas relações e nunca registou qualquer conflito entre as partes.

Ainda como prova de boas relações, acrescentou que o Secretário Geral da OPEP liderou, em Janeiro de 2019, uma delegação do Secretário-Geral que visitou oficialmente a República de Angola e desenvolveu, com sucesso, um conjunto de actividades constantes do programa de visita.

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