Segundo uma nota da embaixada de Angola na Guiné Equatorial a que a Angop teve acesso, no primeiro dia do evento, a delegação de Angola participou na Conferência Ministerial da Iniciativa Conjunta de Partilha de Dados dos Países Produtores de Gás (sigla em língua inglesa JODI).

O evento foi aberto pelo ministro das Minas e Hidrocarbonetos da Guiné Equatorial, Gabriel Mbaga Obiang Lima, e contou entre outras com intervenções do secretário-geral do Fórum Internacional de Energia (IEF), Sun Xiansheng e do secretário-geral do Fórum dos Países Exportadores de Gás, Yury Sentyurin.

Angola participa no certame com uma delegação chefiada pelo secretário de Estado dos Petróleos, José Alexandre Barroso e integra o embaixador de Angola na Guiné Equatorial, António Luvualu de Carvalho, o presidente da Comissão Executiva da Sonangol Gás Natural, António dos Santos Domingos, bem como os directores nacionais dos petróleos.

Angola é desde Novembro de 2018 Membro Observador do Fórum dos Países Exportadores de Gás e desde a adesão do país à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) que é membro da JODI.

Angola tem em funcionamento apenas uma central de gás, no Soyo, mas está em preparação outra, um investimento de 12 mil milhões de dólares da Sonangol, Chevron, BP, Eni e Total, que terá capacidade para produzir 5,2 milhões de toneladas de gás natural liquefeito por ano.

As reservas de gás comprovadas em Angola são de 383 mil milhões de metros cúbicos, o que evidencia o “potencial de crescimento massivo neste sector”, segundo os organizadores da reunião, que decorre em Malabo de 26 a 29 de Novembro.

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