O evento, que decorreu este sábado, 13, serviu para apresentar as potencialidades disponíveis na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, que dispõem de uma área estimada em de cerca de 840 mil hectares.

De  acordo com o interesse manifesto por alguns empresários, Angola espera, desta feita, receber, em breve, mais investimentos da China, para impulsionar a ZEE e contribuírem na  diversificação da economia nacional, de acordo com uma nota a que a Angop teve acesso nesta segunda-feira.

O presidente do Conselho de Administração da ZEE Luanda/Bengo, António Henriques da Silva, presente no evento, disse que o espaço está em progressão em termos de instalação de  fábricas, como de metal, equipamentos agrícolas, energia, entre outros.

"A Zona Económica Especial Luanda-Bengo tem abundantes recursos minerais, mão-de-obra jovem, uma boa localização geográfica, baixos custos de transporte e logística e um mercado nacional de consumidores estimado em cerca de 30 milhões de pessoas. Estas são as nossas vantagens únicas e competitivas", apontou.

Neste fórum, foram também apresentadas as oportunidades de investimento em Angola, pela Agência de Investimento Privado para a Exportação (AIPEX), pelo PCA desta instituição, Licínio Contreiras.

Visitas ao Parque Industrial de Foshan, que ocupa uma área de 600 quilómetros quadrados, com vários sectores como, biomedicina, novas  tecnologias, energia solar, vidros, iluminação,  têxteis, fabrico e montagem de automóveis, electrodomésticos, produção de acessórios para automóveis, foram entre outras unidades constatadas pela delegação angolana.

Nesta segunda-feira, 15 de Abril, a delegação angolana participou na cerimónia de abertura da Expo de Canton.

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