Belsa da Costa, que encontra-se em Lisboa desde segunda-feira, vai aproveitar esta 21ª edição do Fórum de Energia de África para atrair investimento, que arranca hoje, com mais de três mil personalidades de todo o mundo, entre ministros, investidores e académicos.

Autoridades angolanas vão aproveitar o fórum para atrair investimento privado, num sector que precisa de mobilizar quase três mil milhões de dólares para as infra-estruturas até 2022, para elevar a capacidade actual de geração de energia, passando dos actuais 3.334 Megawatts para 7.500 Megawatts. Está previsto que 500 Megawatts venham a partir de energias novas e renováveis.

No quadro do programa do aumento da oferta de energia no país, o Governo vem apostando na reabilitação e construção de novas fontes de geração de energia eléctrica,  com destaque a Central de Ciclo Combinado no Soyo, as barragem de Cambambe, Laúca, Capanda e Caculo Cabaça o que permitirá o país alcançar a capacidade de 7 mil Megawatts.

Além das três barragens já concluídas, com Caculo Cabaça ainda em obras, no Médio Kwanza estão previstas mais três empreendimentos, nomeadamente Túmulo do Caçador, Luime, Zenzo I e Zenzo II.

Além do governante angolano, o fórum contará com a presença de ministros da Energia de Moçambique, Costa do Marfim, Marrocos, Nigéria, Egipto, Ghana, Quénia, Uganda, África do Sul e Etiópia que vão, igualmente, procurar investidores ao longo dos três dias do evento.

O Governo português vai apresentar, no último dia do fórum, o processo de concurso para 1,35 GW (para 2019) e 700MW (para o início de 2020) de projectos fotovoltaicos em Portugal.

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