A iniciativa, segundo a ministra, está inscrita no Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2020. A sua implementação dependerá de estudos que determinarão o tipo de projecto em função da natureza dos resíduos e o índice de população da localidade.

Paula Francisco que, falava à imprensa à margem uma com os deputados da Comissão de Economia e Finanças da Assembleia Nacional, no âmbito da apreciação, discussão e votação da proposta do OGE para 2020, disse que o custo dos projectos vai variar em função do tipo de produção, e dos estudos de viabilidade económica.

“Neste momento estão a ser desenvolvidos termos de referência para se uniformizar a aplicabilidade dos resíduos. Depois de terminar o estudo e diagnóstico da valorização do tipo de resíduos e as provinciais onde estão, será feita a sua implementação”, explicou a ministra.

A gestora disse que na separação de resíduos, entre plásticos, vidros e outros, vai se gerar emprego, obter matéria-prima e surgirão outras indústrias.

As estações de tratamento de resíduos são iniciativas que podem ser de natureza público-privadas.

Sobre as prioridades do Ministério do Ambiente para 2020, disse que vai continuar as campanhas de sensibilização e consciencialização, por ser a base para se desenvolver de qualquer projecto do sector.

Paula Coelho disse que não está satisfeita com a fatia atribuída, no OGE 2020, ao seu pelouro (um bilião, 834 mil milhões, 371 milhões e 574 mil). Disse que a insuficiência de verba vai impedir a execução de projectos de combate à caça furtiva, queima de árvores e de investigação.

Em relação às áreas de conservação, a ministra disse que estas estruturas poderão contribuir para a economia com a implantação de construções ecológicas de utilidade geral, dentro dos parques que poderão ajudar a economia.

“Se tivermos orçamento para a construção de refeitórios e restaurantes, iniciativas que ajudariam entidades e pessoas que visitas parques para verem os animais. Alguns trazem pequenas jangadas para navegar no rio tudo daria alguma contribuição financeira ao Estado”, disse a ministra.

Refinaria de Cabinda

Sobre esta matéria a , ministra disse que o estudo de impacto ambiental da refinaria de Cabinda está dependente de uma “emenda de Kigali”, que advém do protocolo de Viena. Esta emenda carece de uma aprovação da Assembleia Nacional e tem a ver com mecanismos da redução da poluição do ar.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.