A informação foi divulgada hoje pela CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, que representa proprietários rurais do país e compilou dados do setor junto do Ministério da Economia.

Segundo a CNA, o resultado representa uma subida de 7,9% face ao mesmo período de 2019.

A entidade também registou recorde no volume das vendas externas do agronegócio brasileiro de janeiro a maio, que totalizaram 86,8 milhões de toneladas, 15,3% a mais na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil no período foram a soja em grãos, que rendeu 16,3 mil milhões de dólares (14,4 mil milhões de euros), a carne bovina ‘in natura’, que gerou 2,8 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) e a celulose cuja exportação rendeu 2,6 mil milhões de dólares (2,3 mil milhões de euros).

Também se destacaram as exportações de carne de frango ‘in natura’ (2,6 mil milhões de dólares, ou 2,3 mil milhões de euros) e o farelo de soja (2,3 mil milhões de dólares, ou 2 mil milhões de euros).

Estes cinco produtos responderam por 63,4% da pauta exportadora do agronegócio brasileiro de janeiro a maio.

A China foi o principal importador do Brasil, sendo destino de 39,3% dos embarques dos produtos agropecuários do país.

A receita gerada com as exportações à China foi de 16,5 mil milhões de dólares (14,6 mil milhões de euros) no período.

Em seguida surgem a União Europeia, para onde foram 16,4% das vendas externas brasileiras, Estados Unidos da América (6%), Turquia (2,1%) e Japão (2%).

Ainda de acordo com a CNA, maio também foi de recorde no que se refere a receita gerada pelas exportações, que alcançou 10,9 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros), o que significou um aumento de 17,9% na comparação com maio de 2019.

Quanto ao saldo comercial, houve um excedente de 10,1 mil milhões de dólares (9 mil milhões de euros) em maio. Em volume, as vendas externas do setor foram de 24,8 milhões de toneladas, volume 34,1% superior ao de maio do ano passado.

A China foi o destino de 44,9% das vendas externas do agronegócio brasileiro em maio.

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