Leopoldo Munhongo , que discursava quinta-feira na abertura do seminário sobre “Gestão do Agro-negocio”, numa iniciativa da Angola School of Management (ASM), disse que tal desiderato só será possível caso o país retome a auto-suficiência fundamentalmente no domínio produtivo e industrial.

Aplaudiu, por outro lado, a realização pelo país de muitas iniciativas na perspectiva da transformação, pois a falta de produção básica enfraquecerá o segmento da indústria, com o agravante da cadeia de valores do sector agrícola continuar profundamente limitado.

“A abordagem “gestão do agro-negócio a nível da província impõem-se tendo considerado  oportuna, a julgar pela boa vontade dos produtores que têm mantido a grande máquina para movimentar a agricultura na circunscrição, na perspectiva da gestão do negócio, mais que desbravar a terra é preciso compreender o processo de sustentabilidade da própria actividade no geral”, sublinhou.

Lembrou as entidades convidadas e participantes ao evento que a província dispõe de potencial em terras aráveis, recursos hídricos, agregando optimas condições climatéricas que poderão gerar elevado nível de produção.

Por sua vez, o presidente da ASM, José Maria Wanassi, em declarações à Angop,  adiantou que o objectivo do  centro do agronegócios é identificar no país os principais intervenientes nesse segmento e criar valor, inovar e gerar novos activos estratégicos, com a incorporação dos desafios sociais, económicos, políticos e ambiental no âmbito de um plano estratégico sustentável.

Com encerramento marcado para esta sexta-feira, os participantes (administradores e directores de instituições bancárias, companhias de seguros e empresários nacionais e estrangeiros) estão a debater temas como o “O agro-negócio em Angola e empresas agro-pecuário" "planeamento estratégico”, “Sistema produtivo sua visibilidade em África”, “Integração e valor agregado como eixos das estratégicas.

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