O ministro sublinhou a necessidade de um trabalho contínuo, no sentido de que a FILDA cumpra também, a médio prazo, a missão de estimular a investigação e o empreendedorismo, isto é, a capacidade de iniciativa e de expansão dos negócios.

 

Destacou a importância do desenvolvimento do mercado formal, pois, sem este mercado fica destituido de sentido os esforços que o Executivo e os agentes económicos têm vindo a desenvolver para fortalecer e incrementar a produção interna.

 

Com efeito,  disse, não adianta capacitar, dar acesso ao crédito, as tecnologias, ao conhecimento, diminuir a burocracia e a carga tributária e estimular o associativismo, se depois os produtores não tiverem mercados assegurados para os seus produtos ou serviços.

 

Com encerramento marcado para domingo, a feira conta com mais de 200 empresas nacionais e estrangeiras que estão a expor os seus produtos e serviços.

 

O certame conta com a participação de mais de dez países convidados, entre Portugal, Brasil e Alemanha, e um espaço para crianças denominado "Candengues".

 

A 32ª edição da Feira Internacional de  Luanda decorreu em Julho de  2015 e  teve um volume de negócios estimado em 11 milhões de dólares norte-americanos, como resultado de cinco dias de contactos comerciais entre fornecedores, gestores e financiadores.

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