De acordo com o dirigente, a medida foi bem tomada para prevenir a saúde pública mas defende que a direcção da Federação Angolana de Futebol (FAF) deve fazer alguma coisa para ajudar pelo menos os clubes mais necessitados.

“Para nós os clubes com menos dinheiro, em relação aos outros, seremos penalizados. Eu tenho acompanhado vários campeonatos como o português, italiano e agora o brasileiro que também estão interditados mas o Estado tomou alguma medida para beneficiar os clubes que estão poucos dotados financeiramente”, atirou.

O dirigente fez saber também que as verbas provenientes das vendas dos bilhetes ao público têm servido para suportar as despesas dos jogos bem como pagamento e transporte dos árbitros.

“Onde é que vamos buscar o dinheiro para a estadia, pagamento e transporte dos árbitros”? Questionou o responsável do Ferrovia.

Contudo, alertou a FAF para controlar bem a situação, de modo a não condicionar os campeonatos nacionais que já estão nas suas rectas finais. “Esta situação vai pesar muito. Os árbitros se calhar vão aparecer e os clubes não terão dinheiro. É mais um problema que vamos arranjar!”

Por outro lado, Adriano Marques espera que o Ferrovia consiga somar o maior número de pontos possíveis nas últimas cinco jornadas do Girabola Zap 2019/20 a fim de conservar pelo menos a manutenção.

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