O presidente do Ferrovia do Huambo considera erro grave os clubes votarem nas próximas eleições da FAF que acontecem em data a anunciar devido à pandemia da Covid-19 e que originou igualmente o cancelamento das actividades desportivas.

“Para mim é um erro grave. Os clubes deviam votar apenas nas eleições das Associações Províncias. Estas por sua vez é que votariam na Federação. Ao longo dos quatro anos passados devia-se meter este ponto na assembleia geral para discutirmos e não no fim do mandato”, salientou.

De acordo com o dirigente, a direcção daquele organismo que rege a modalidade ‘rainha’ no país teve tempo mais do que suficiente para fechar o capítulo das eleições e sem causar polémicas.

Quanto à avaliação sobre o mandato do presidente cessante da FAF, Artur Almeida e Silva, no ciclo olímpico de 2016/20, o responsável do Ferrovia do Huambo considera negativo por não satisfazer os objectivos traçados.

“Nós queríamos que ele fizesse mais principalmente na busca de apoios para os clubes com pouca capacidade financeira”, sublinhou, adiantando ainda que vai recandidata-se nas próximas eleições do clube que dirige.

Recorde-se que a direcção da FAF chegou a esclarecer recentemente em comunicado que os clubes não teriam direito a votos nas próximas eleições da instituição.

Com aquela informação, os clubes reivindicaram e causou polémica no meio desportivo. Por fim, foram autorizados a votar, apesar de haver ainda conflitos de ideias entre os dirigentes desportivos sobre o assunto.

As referidas eleições da FAF estavam agendadas para Junho deste ano, na sede da instituição, situado na Urbanização Nova Vida, em Luanda.

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