“Infelizmente não vou recandidatar-me para os próximos quatro anos. Não estarei disponível para enfrentar este desafio por questões de tempo e não só”, esclareceu a psicóloga.

Antónia Ribeiro defende que, para dirigir uma instituição como aquela que rege a modalidade no país, com vários desafios e objetivos a concretizar, requer dedicação, tempo, saúde e muito mais.

Mesmo assim, garantiu que vai continuar ligada à modalidade mas sem qualquer cargo. Contudo, desejou concretizações e felicidade ao futuro presidente de direcção da Federação de Ténis de Mesa.

Quanto ao estado de emergência em vigor no país, apelou os mesa-tenistas a ficarem em casa e a praticar a modalidade, a fim de aperfeiçoarem as técnicas e tácticas de jogos.

Recorde-se que em Janeiro de 2019, a presidente cessante chegou a garantir que concorreria no próximo pleito eleitoral da Federação de Ténis de Mesa, situada no Complexo Desportivo da Cidadela.

Na história daquela instituição desportiva já passaram quatro presidentes: Silva Neto, Filomeno de Jesus Fortes, Tony de Jesus e Antónia Ribeiro.

Vale reforçar que os dirigentes das instituições desportivas olímpicas têm mais um ano de mandato, em função do adiamento dos Jogos Olímpicos para 2021.

As Selecções Nacionais de ténis de mesa já conquistaram vários títulos em competições africanas e noutros torneios onde enfrentaram os mesa-tenistas com tradição forte e vasta experiência internacional.

Em 2013/2015, mais de cinco mesa-tenistas, incluindo o técnico nacional Manuel Pimenta, fizeram formação na China, através de uma bolsa oferecida por uma das empresas daquele país que trabalha em Angola.

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