“Cabinda um dia terá um pugilista que vai chegar numa versão mundial e será milionário! Sendo um pugilista de Cabinda milionário, certamente que ele vai fazer esta riqueza na sua terra natal”, disse o dirigente, quando falava a imprensa sobre os preparativos para a Taça de Angola que decorre naquela região.

Carlos Luís Gonçalves avançou ainda que uma das grandes preocupações da instituição que dirige é ver a modalidade massificada e desenvolvida naquela província mais a norte do país.

Por outro lado, sabe-se também que o pugilista natural de Cabinda Naftal Goma abandonou recentemente a sua terra natal por falta de apoios e verbas para comprar pelo menos o seu material desportivo.

Aquele atleta lamentou a situação publicamente e revelou que já chegou a treinar com luvas rasgadas e calçado em péssimas condições, mesmo dando o seu rosto para apanhar golpes pela província.

Por este e outros motivos desagradáveis, o angolano que luta na categoria de 69 quilogramas preferiu abraçar o Interclube para dar sequência à sua carreira profissional.

Entre os pugilistas mais sonantes da história angolana e que ganharam milhares de dólares no boxe, realce para António Pedro, mais conhecido como Tony Kicanga.

Aquele ex-internacional foi considerado o pugilista mais velho de África e quinto no mundo, em 2014. Aos 40 e 44 anos de idade, conquistou o cinturão da Universal Consil Boxe (UBC), em 2012 e 2016, nas províncias de Luanda e Malanje.

 

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