O responsável, que já não se recanditará para um terceiro mandato à frente do órgão reitor, disse que sua prioridade, em termos desportivos, é a Confederação Africana, onde ocupa o cargo de segundo vice-presidente desde 2016.

Esta posição de Pedro Godinho surge na sequência de um questionamento durante uma entrevista, terça-feira, no âmbito dos 46 anos da modalidade de andebol que hoje, quarta-feira, se assinala, segundo o qual o seu nome foi proposto.

Na ocasião, disse, sem modéstia excessiva, que ele seria um candidato natural para o posto, mas acha que o actual presidente, Gustavo da Conceição, deve assumir mais um mandato para consolidar melhor a instituição olímpica, numa altura de crise financeira.

“ Não vou voluntariar-me, mas estaria em condições de aceitar se fosse uma vontade manifesta dos meus colegas da Comissão Executiva do COA”, sustentou.

Pedro Godinho é presidente cessante da FAAND (2008/2020) e vice-presidente da Confederação Africana de Andebol (CAHB).

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