As lojas foram “baptizadas” com os nomes de antigas estrelas do clube em várias modalidades, nomeadamente Amílcar Silva, Fabrício Akwá, Pedro Garcia, Sérgio Vasconcelos e Bebé Matos.

Em declarações à Angop, o presidente do Nacional de Benguela, Ivanir Coelho, disse que pretende organizar e resgatar a mística do clube, com o apoio dos atletas, sócios e amigos da agremiação.

O responsável considera o Nacional um “monstro adormecido”, mas mostra-se confiante na inversão da situação.

“ Queremos tornar a sede do clube um local aprazível e acolhedor, onde os sócios e amigos possam interagir e encontrar soluções para o seu crescimento”, enfatizou.

Ivanir Coelho apontou a formação como uma das grandes apostas, para que possam despontar atletas da qualidade de Pedro Garcia, Palhares "Miau", Dias, Benchimol, Pepino, Pinto Leite, Agostinho Tramagal, Santana, Akwa, Filomena Trindade, Odete Tavares, dentre outros que ali se notabilizaram.

Para o presidente, isso só será possível com muito trabalho e saúde económica, daí a aposta na rentabilização do clube.

Na mesma senda, adiantou que estão a procura de um patrocinador oficial, para ajudar na implementação do programa da actual direcção.

Entretanto, Pedro Garcia, antigo futebolista do clube, considera que o Nacional tem uma trajectória como poucos em Angola, com a conquista de cinco campeonatos distritais, estando em pé de igualdade com clubes históricos como o ASA, Sporting de Luanda, Ferroviário da Huíla e Independente de Porto Alexandre.

O antigo capitão dos Palancas Negras aconselha a aposta na organização e recuperação das infra-estruturas, bem como o resgate e aumento da massa associativa como alguns "caminhos" para se reerguer a agremiação.

O clube Nacional de Benguela movimenta mas de 600 atletas nas modalidades de futebol 11, xadrez, andebol e judo.

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