“Quando apostarem e darem uma boa formação aos jovens acredito que teremos jogadores melhores que o Mingas”, sublinhou o extremo poste que mede 1,98 metros de altura.

O internacional defende também que os técnicos dos escalões de formação devem ser bem pagos: “Quem deve receber mais salários são os técnicos de formação”, reforçou.

Porém, avançou que é importante capacitar os técnicos e monitores de modo a formarem atletas com qualidades e à altura de defenderem bem as cores do país nas competições.

Mingas aprendeu a jogar basquetebol na sua terra natal, em Saurimo, província da Lunda Sul, onde foi homenageado recentemente pelos seus feitos em prol do basquetebol nacional.

Naquelas paragens, ficou também a promessa de atribuírem o seu nome a uma das infraestruturas desportivas locais.

O veterano do basquetebol tem 19 anos de carreira profissional e já conquistou 43 títulos, sendo 34 colectivos e nove individual, em provas nacionais e internacionais.

Joga actualmente no 1.º de Agosto e já passou pelo Petro de Luanda, Interclube e Recreativo do Libolo, além de vestir a camisola da Selecção Nacional em várias ocasiões.

A sua história e conquistas servem também como fonte de inspiração para muitos atletas da nova geração do basquetebol angolano e africano.

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