“Eu deixo aqui um alerta. Estamos a desperdiçar um campo desse numa província que gosta de futebol. Desculpem por estar a dizer isto, mas nós cá temos uma empresa que poderia recuperar este campo”, alertou.

Soares acredita que se as obras de requalificação da Tundavala estivessem a cargo da empresa a que se refere seria mais fácil e rápido as suas conclusões. “Acredito que se a estrutura central oferecesse esta obra à empresa local, seria muito mais fácil e depois cobrava-se pela sua manutenção”, reforçou.

Sabe-se também que além de o Desportivo anunciar a sua desistência nas Afrotaças por falta de verbas, a província da Huíla não tem campo em boas condições para  acolher os jogos da prova.

De salientar que o referido estádio de futebol custou aos cofres do Estado angolano cerca de 69 milhões de dólares norte-americanos. Tem a capacidade para 25.000 espectadores e ocupa um espaço de 20.000 metros ao quadrado.

Em 2010 acolheu alguns jogos da fase de grupos da Copa Africana das Nações (CAN) que o país organizou pela primeira vez em quatro províncias.

Nesta altura, aquela instalação desportiva encontra-se em obras e já foi retirada a maltratada relva natural.

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