“Angola tem todo potencial para fazer uma Liga Profissional. Mas, para isso, acho que tem de haver uma mudança talvez de atitude e organização dos clubes, Federação e da própria Liga que vai reger o campeonato”, realçou.

Figueiredo avançou que deve haver mais fiscalização e maior abertura naquilo que se vai fazer, para que haja o máximo de transparência possível na futura Liga Profissional Angolana.

Entretanto, com a vinda do presidente da Liga Portuguesa a Angola, em Dezembro de 2018, o ex-internacional considerou ser uma mais-valia, tendo em conta a vasta experiência do mesmo.

Contudo, espera que haja mais troca de experiência com os outros países peritos na matéria e fez ainda saber que para a realização da prova é muito importante que o marketing funcione devidamente. “Neste momento, a Liga Portuguesa de Futebol vive muito do marketing. Acho que o caminho é este. Não adianta só fazê-la para se dizer que se tem uma Liga”, aconselhou.

Figueiredo jogou pelas Palancas Negras na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Naquele ano, também brilhou na Copa Africana das Nações (CAN) e repetiu a proeza na edição seguinte, em 2008.

O antigo médio fez 37 jogos no combinado angolano e marcou cinco golos. Durante a sua carreira profissional, marcou no total 45 golos em 486 jogos oficiais.

Iniciou a carreira no Belenenses de Portugal e passou pelas equipas do mesmo país: Varzim, União Tomar, Associação Desportiva da Camacha, Desportivo de Alavês, Dragões Sandinenses,  Santa Clara, Luzitânia dos Açores e no Elvas Clube Alentejano.

Além daqueles clubes, o angolano jogou também no Osters Idrottsforening da Suécia e no FC Piatra Neamt da Roménia.

Como treinador, já orientou a equipa sénior do Progresso da Lunda Sul no Girabola Zap.

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