Kikas admitiu que a modalidade atravessa um mau momento e considerou que a nível da Selecção Nacional sénior as coisas não estão muito boas. Para melhorar, aconselhou: “Nós temos de sentar para debater mais e voltarmos a falar a mesma palavra, que é o basquetebol. Temos que resgatar isto, porque eu sinto que não estamos unidos.”

Com as próximas eleições dos novos corpos gerentes da Federação Angolana de Basquetebol marcadas para o corrente mês, o dirigente espera uma direcção mais séria e capaz de unir a família da modalidade.

“Espero que tenhamos uma direcção capaz de unir a família do basquetebol para que possamos voltar a conquistar África. O campeonato nacional hoje não tem patrocinador e voltamos ao que era há dez anos. Precisamos de nos organizar”, reforçou.

Contudo, espera também que a próxima edição do campeonato nacional sénior masculino tenha patrocinador oficial. Além disso, quer que não haja mais reclamações de dívidas aos árbitros da prova.

Por sua vez, Paulo Macedo defende que está na hora de a família do basquetebol estar unida. “Juntos vamos tentar melhorar o nosso basquetebol para voltarmos a ter alegrias. Se continuarmos cada um por si, não vamos conseguir chegar lá.”

Macedo confessou ainda que não consegue fazer nada sem o auxilio do seu adjunto, reforçando que foi assim quando orientou a equipa principal do 1.º de Agosto e a Selecção Nacional sénior.

“Esperemos que a Covid-19 abra-nos mais a mente porque só com união, solidariedade e humildade é que vamos fazer bem o nosso trabalho e melhorarmos o basquetebol”, concluiu.

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