Bento Kangamba desconfia do elevado número de candidatos ao pleito eleitoral da Federação Angolana de Futebol (FAF), que acontece em Agosto, na sede do organismo, na Urbanização Nova Vida, em Luanda.

Trata-se de Artur Almeida e Silva, Norberto de Castro, Nando Jordão, Dino Paulo e António Gomes.

Contudo, Kangamba alerta a massa votante para não aceitar ser corrompida por nada, particularizando as Associações Provinciais de Futebol: “Não devem votar à-toa. Não aceitem ser corrompidos nem com um, dois ou 16 milhões de kwanzas. Eu reprovo isto. Temos de ter princípios, porque o futuro presidente da FAF não pode ser qualquer um.”

O dirigente defende que um candidato à presidência daquela instituição que rege a modalidade no país deve ter perfil verdadeiro sobre o futebol, além dos conhecimentos profundos sobre a matéria.

Recordou também que o futebol angolano teve evolução na altura em que Armando Machado e Justino Fernandes foram os presidentes da FAF. “Tivemos uma evolução muito alta. As selecções sub-17, 18 e 20 participavam em todos os campeonatos. A selecção principal praticava um bom futebol e o Girabola tinha equipas fortes.”

Kangamba espera que os futuros corpos gerentes da FAF consigam dar conta do recado para corrigirem o que está mal e melhorarem o que está bem, a fim de não serem ‘bombardeados’ com críticas.

É também de conhecimento que muitos  a maioria dos dirigentes do organismo em destaque não cumprem todas as promessas feitas. Além disso, é também de conhecimento público a falta de transparência por parte dos mesmos em relação às verbas provenientes da FIFA e de outros organismos.

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