Apesar da derrota, face a inexperiência dos atletas, as “locomotivas” deram bons indicadores de lutar pela permanência na maior montra do futebol nacional, competindo de igual para igual com os adversários.

O Ferrovia entrou no desafio mais destemido e criativo no meio campo, com remetes à entrada da área, perante um adversário que se apresentou apático nos minutos iniciais do desafio.

Mano-Mano, aos 21 minutos colocado cara a cara com o guarda-redes Rochana, após passe de Tchony, a entrada da área, demonstrou falta de experiência ao deixar-se bater pela defensiva contrária, quando os mais de oito mil adeptos que puxavam pela equipa já gritavam golo.

A réplica do adversário surgiu aos 25 minutos, ao adiantar-se no marcador, por intermédio de Nandinho, após distracção da defensiva dos donos de casa, fazendo jus ao ditado, segundo o qual “quem não marca sofre”.

Daí em diante, a partida equilibrou-se com as duas equipas a jogarem mais no contra-ataque, com “os forasteiros” a terem ligeira vantagem nos passes até ao intervalo.

No reatamento, as duas equipas mantiveram a mesma postura dos últimos minutos da etapa inicial, com a turma do Cuando Cubango FC a ampliar o resultado, para 2-0, aos 53 minutos, com Massadila a desviar de cabeça um cruzamento de Nandinho.

A celebração do golo não demorou, Tchabala, aos 54, reduziu para os donos de casa, após desviar de cabeça o passe do capitão Tchony, tornando-se, deste modo, no primeiro jogador a marcar pelo Ferrovia do Huambo, no Girabola.

O Cuando Cubango FC, que na próxima jornada recebe a Santa Rita de Cássia, co-lidera o Girabola, com o Desportivo da Huíla e Sagrada Esperança, ambos com três pontos, ao passo que o seu adversário de ocasião, que na 2ª jornada defronta o Interclube, ocupa os últimos lugares da classificação sem qualquer ponto.

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