Trata-se, de acordo com o seu treinador João Pintar, do guarda-redes Moyo (Ex-Kabuscorp do Palanca), do avançado Valente (Ex-Dom Bosco de Benguela) e dos médios Débora, oriundo do Congo Brazzavile, Jesus, antigo atleta do Benfica do Lubango, e de Marques, vindo da formação do Sporting da Calomanda.

Do plantel, informou, foram dispensados para participar da segunda volta, a ter início a 18 deste, os atletas Rui, Dala, Paizinho, Avela, Bebo, Jelson e Denilson.

O timoneiro disse estar  confiante que os novos atletas vão ajudar a equipa a efectuar bons resultados e relançar os objectivos da agremiação de permanecer na I divisão, nesta sua estreia no campeonato nacional.

Apontou como meta na segunda volta, a melhoria da classificação de primeira (12º com 14 pontos).

Sobre o Recreativo da Caála, outro representante do planalto central na fina-flor do futebol nacional, segundo fontes próximas do clube, aguarda-se, nos próximos dias, pela chegada de alguns atletas, entre nacionais e internacionais, para reforçar o plantel neste segundo turno do Girabola.

O Ferrovia do Huambo, equipa do Caminho de Ferro de Benguela, fundada em 1930, que já chegou a ser vice-campeã em 1974, no campeonato colonial, vem tentando subir de divisão desde 2017.

A agremiação mais antiga da província do Huambo movimentava, em meados da década de 70 do século passado, o futebol, basquetebol, andebol, atletismo, ténis de mesa, natação, ténis de campo, xadrez e tiro aos pratos.

O clube possui infra-estruturas desportivas, como estádio de futebol, o mítico “Campo dos Kurikutelas”, quadra de basquetebol, andebol, voleibol, ténis e campo de tiro aos pratos, piscina olímpica, centro de estágio, restaurante, sala de cinema e salão de eventos.

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