O facto foi avançado nesta terça-feira, em Luanda, pelo presidente do conselho de disciplina da FAF, José Carlos Miguel, acrescentando ser objectivo inteirar-se sobre os resultados dos testes médicos, uma vez que o atleta jogaria pelo clube do Moxico.

Fundo Martins, que representou em 2017 o Kabuscorp do Palanca, morreu domingo quando disputava um torneio de rua, organizado pela cervejeira Cuca.

Durante o jogo, disputado no município do Cazenga, o atleta de 24 anos de idade caiu inanimado e ainda foi transportado para uma unidade hospitalar local, onde chegou já sem vida.

Não se trata de um caso isolado no desporto nacional. Em Setembro de 2009, o jogador Neridson Estevão morreu, também por ataque cardíaco, no município de Cacongo (Cabinda), após ter caído em campo durante uma partida entre a sua equipa, o Progresso do Sambizanga, e o Benfica de Cabinda.

Outro caso deu-se em 2018 na província da Lunda Norte. Ntanka Zibakaka, atleta do Sagrada Esperança, caiu durante um treino físico na praia e teve morte súbita.

Neste seguimentos, a FAF tem orientado aos clubes a munirem as respectivas equipas médicas de um Desfibrilador, equipamento que tem como função descarregar cargas eléctricas na parede torácica (se for externo) ou nas fibras musculares do coração (se interno) de um paciente que se encontra em quadro de arritmia cardíaca.

O aparelho tem como objectivo reverter quadro da pessoa em causa de maneira que não haja perda ou danos em funções cardíacas e cerebrais.

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