Entretanto, o secretário do Estado angolano para o desporto, Carlos Almeida, parabenizou os dois principais rivais que vão representar o país na segunda etapa da competição. “Foi concretizado o inédito e está de parabéns Angola.”

O ex-deputado da Assembleia Nacional e capitão da selecção nacional de basquetebol reconheceu também que o futebol africano é bastante competitivo. Com isso, aconselhou:  “Para melhorar a participação e pensar no título é preciso trabalhar muito.”

Por sua vez, o presidente de direcção do clube, Tomás Faria, mostrou-se feliz pelo facto da sua equipa regressar à fase de grupos, 18 anos depois: “Estamos orgulhosos. Os últimos que chegaram na fase de grupos em 2001 hoje são dirigentes, estou a falar de Flávio, Gilberto, Renato, Mbiavanga e outros. É só verem quantas gerações de lá para cá já passaram.”

Faria avançou que em 2020 a equipa terá a mesma missão na Liga: “Temos de aparecer sempre na fase de grupos porque nós queremos ser campeões africanos”, sublinhou.

O dirigente concluiu que para a concretização deste objectivo a médio e longo prazo, o clube petrolífero deverá estar preparado em todas as vertentes.

Por outro lado, de acordo com algumas fontes, os dois embaixadores angolanos na Liga dos Campeões estarão no mesmo pote, o que vai evitar o cruzamento na fase de grupos.

Nesta altura esperam pela realização do sorteio para conhecerem os próximos adversários e trabalharem as estratégias de jogo consoante os detalhes técnicos e tácticos dos mesmos.

Recorde-se que no último fim-de-semana de Setembro, o 1.º de Agosto eliminou o Green Eagles da Zâmbia, ao passo que o Petro afastou o Kampala City do Uganda.

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