Esta visão é do presidente cessante daquela instituição da modalidade, Carlos Luís Gonçalves. “O próximo ciclo olímpico vai ser muito difícil para o desporto angolano por causa da crise que se está a instalar”, realçou.

O dirigente considerou também a referida pandemia como um golpe duro para o país e que surge numa altura em que tentava superar a crise económica e financeira que atravessa.

“Angola estava a tentar se reerguer diante de tantas dificuldades e acaba por apanhar um duro golpe! Como sabe construir é difícil e destruir é muito fácil”, reforçou Carlos Luís Gonçalves.

Quanto ao próximo pleito eleitoral da FABOXE, que acontece em data a anunciar, disse que ainda não é o momento certo para falar de uma possível recandidatura no organismo.

De salientar que a pandemia da Covid-19 também forçou o cancelamento do Torneio Pré-olímpico de Paris no qual Angola perspectivava participar com pelo menos três atletas.

Sabe-se também que o Comité Olímpico Internacional garantiu apoio financeiro para todos os países membros, incluindo Angola.

O referido apoio vai servir para a preparação das Selecções Nacionais e atletas individuais em projecção para os Jogos Olímpicos de 2021 que decorrerão na cidade de Tóquio, Japão.

Angola já deu cartas nas provas internacionais de boxe com realce para o ex- atleta do Sport Lisboa Benfica, Tony Kicanga, que conquistou dois cinturões do Conselho Universal de Boxe (UBC), sigla inglesa.

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