Falando terça-feira durante o programa “Grande Entrevista", da Televisão Pública de Angola, o responsável considerou catastrófico a situação da federação do ponto de vista financeiro, acrescentando que existe igualmente uma divida de quase AKz 300 milhões.

Explicou que a FAB deve salários aos funcionários, atletas e treinadores que estiveram ao serviço das selecções nacionais, ao ex-presidente da federação, Hélder da Cruz “Maneda”, e ao seleccionador nacional, o norte-americano William Bryant Voigt.

“A situação da Federação Angolana de Basquetebol é catastrófica porque do ponto de vista financeiro está praticamente a zero. A Comissão de Gestão encontrou um montante de dívidas declaradas que são insustentáveis”, reiterou.

O antigo basquetebolista afirmou que no total da dívida contraída, comparativamente aos valores atribuídos pelo Orçamento Geral do Estado, a federação levaria de seis a sete anos para liquidar sem olhar para outras actividades.

No entanto, disse que a dívida está declarada, mas que falta ainda a realização de um trabalho de certificação para a obtenção de números mais reais, devido a eventuais falta de justificativos.

Gustavo da Conceição, que dirigiu a FAB por dois mandatos (de 2004 a 2012) é coadjuvado por Tony Sofrimento, Anselmo Monteiro, Bi Figueiredo e Brandão Júnior.

O grupo substituiu provisoriamente o presidente demissionário Hélder Cruz “Maneda”, até as próximas eleições, ainda este ano.

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