O evento realizou-se no Restaurante Brasserie Bento, em Luanda, e contou com a presença de vários atletas, membros da organização, patrocinadores e outros amantes da modalidade, que se reuniram para celebrar as vitórias dos atletas mais resistentes e mais persistentes e também a manutenção e expansão do campeonato angolano de BTT.

De acordo um comunicado enviado ao SAPO, o atleta angolano Euclides Chingui, dos Kambas da Bicicleta, venceu a prova rainha, com 480 pontos. Em segundo lugar ficou o atleta Rafael Moura, com 340 pontos, seguido de Jorge Abreu, com 300 pontos, ambos de nacionalidade portuguesa.

Na meia maratona João André venceu, com 440 pontos; Carlos Peralta, ficou em segundo lugar, com 340 pontos; e Yuri Rosa, foi o terceiro classificado, com 325 pontos. Estes atletas são todos de nacionalidade angolana.

Na prova feminina, a atleta portuguesa Patrícia Teixeira venceu o circuito, com 380 pontos; em segundo lugar ficou a angolana Elsa Freire, com 360 pontos, seguida da sul africana, Allison Pledger, que ficou em terceiro lugar, com 280 pontos.

Para Gonçalo Anacoreta, responsável pela organização do 6º Circuito Nacional de BTT, “o balanço deste sexto campeonato é bastante positivo, pois contámos em todas as provas com um número significativo de atletas e continuamos a sentir que o nosso principal objectivo se vai cumprindo – e que é o de contribuir para o crescimento desta modalidade em Angola. Acresce que este ano incluímos mais uma prova no circuito – nove no total, e registámos a participação recorde de 270 atletas”. O mesmo responsável sublinhou que a organização “vai continuar a trabalhar para fazer mais e melhor em 2020, quer ao nível da qualidade quer da quantidade. Uma das vertentes que pretendemos continuar a trabalhar nesta nossa Acção é a responsabilidade social, que este ano chegou a bom porto com a oferta de havaianas a muitas das populações por onde passámos, assim como pela oferta de roupa e de calçado oferecida pelos atletas participantes”.

Euclides Chingui, dos Kambas da Bicicleta, é o grande vencedor do 6º Circuito Nacional de Bicicleta Todo Terreno, que decorreu de Maio a Outubro de 2019. Os resultados foram divulgados no dia 1 de Novembro, sexta feira passada, durante a cerimónia de entrega de prémios, em Luanda.

O evento realizou-se no Restaurante Brasserie Bento, em Luanda, e contou com a presença de vários atletas, membros da organização, patrocinadores e outros amantes da modalidade, que se reuniram para celebrar as vitórias dos atletas mais resistentes e mais persistentes e também a manutenção e expansão do campeonato angolano de BTT.

O atleta angolano Euclides Chingui, dos Kambas da Bicicleta, venceu a prova rainha, com 480 pontos. Em segundo lugar ficou o atleta Rafael Moura, com 340 pontos, seguido de Jorge Abreu, com 300 pontos, ambos de nacionalidade portuguesa.

Na meia maratona João André venceu, com 440 pontos; Carlos Peralta, ficou em segundo lugar, com 340 pontos; e Yuri Rosa, foi o terceiro classificado, com 325 pontos. Estes atletas são todos de nacionalidade angolana.

Na prova feminina, a atleta portuguesa Patrícia Teixeira venceu o circuito, com 380 pontos; em segundo lugar ficou a angolana Elsa Freire, com 360 pontos, seguida da sul africana, Allison Pledger, que ficou em terceiro lugar, com 280 pontos.

Para Gonçalo Anacoreta, responsável pela organização do 6º Circuito Nacional de BTT, “o balanço deste sexto campeonato é bastante positivo, pois contámos em todas as provas com um número significativo de atletas e continuamos a sentir que o nosso principal objectivo se vai cumprindo – e que é o de contribuir para o crescimento desta modalidade em Angola. Acresce que este ano incluímos mais uma prova no circuito – nove no total, e registámos a participação recorde de 270 atletas”. O mesmo responsável sublinhou que a organização “vai continuar a trabalhar para fazer mais e melhor em 2020, quer ao nível da qualidade quer da quantidade. Uma das vertentes que pretendemos continuar a trabalhar nesta nossa Acção é a responsabilidade social, que este ano chegou a bom porto com a oferta de havaianas a muitas das populações por onde passámos, assim como pela oferta de roupa e de calçado oferecida pelos atletas participantes”.

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