Na base do adiamento do processo iniciado em Janeiro deste ano, de acordo com o documento da agremiação que a ANGOP teve acesso, esteve, entre outras questões, a não divulgação da única lista de candidatura, liderada por Aníbal Rebelo de Oliveira Salumbo.

Aníbal Rebelo de Oliveira Salumbo, ex-futebolista da agremiação desportiva fundado a 5 de Janeiro de 1980, concorre para a sua própria sucessão, depois de ser eleito ao cargo em 2016.

Em declarações à Angop, apontou como motivo da sua recandidatura a continuidade do projecto que consiste na redinamização do clube, considerado o maior emblema desportivo da província do Huambo e um dos mais carismáticos e respeitados da região centro e sul de Angola.

Nesta conformidade, realçou que caso seja eleito vai continuar apostar na recuperação e reabilitação das infra-estruturas do clube “alvi-negros”,  assim como na formação de atletas, visando a constituição de uma equipa sénior para participar em grandes competições desportivas.

Durante os últimos quatro anos, disse ter já conseguido, entre outras acções, reabilitar a sede do Petro do Huambo e a construção de um campo de treinos de futebol, localizado no bairro da Calomanda, arredores desta urge, cujo projecto prevê a colocação de relva.

O Petro Atlético do Huambo foi fundado na sequência da fusão entre as agremiações locais do Atlético de Nova Lisboa e o Desportivo da Sonangol e teve como seu primeiro presidente Armando Machado, co-fundador da agremiação, e que anos mais tarde chegou a exercer o mesmo cargo na Federação Angolana de Futebol.

Depois dele o clube foi liderado por Armando Cangombe (Piriquito), já falecido, Carlos Alberto Pires (Graça) e José Sobrinho.

Desde 2012 a 2016, o clube foi presidido por João da Reconciliação André, um ex-futebolista dos “alvi-negros” do planalto central.

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