Falando quinta-feira em conferência de imprensa, em Luanda, afirmou tratar-se de um valor para custear despesas com a preparação iniciada em Janeiro último, participação em provas qualificativas, compra de material desportivo, bilhetes de passagens e estágio no exterior.

Explicou não ter ainda o CPA recebido qualquer valor, facto que periga a preparação, bem como a participação num meeting em São Paulo (em Março), onde Angola terá a última oportunidade de obter os mínimos exigidos pelo Comité Paralímpico Internacional.

Esclareceu que o Comité Paralímpico remeteu em 2019, ao Ministério da Juventude e Desportos, o caderno de encargos para a participação na competição nipónica.

Naquele evento, pretende-se participar com o atletismo, judo e taekwondó, estas duas últimas serão estreantes. O halterofilismo ficou afastado por ter falhado o Campeonato do Mundo qualificativo, decorrido de 4 a 7 deste mês (Fevereiro), na Nigéria, por falta de verbas.

António da Luz referiu que não participando nas qualificativas, a presença em Tóquio será pelo sistema de convite da organização e com apenas dois atletas de atletismo, em ambos os sexos, contra os seis pré-seleccionados com possibilidades de apuramento directo.

Desde a estreia em Atlanta'1996, em que se beneficiou desta prerrogativa organizativa, as restantes cinco participações ocorreram por mérito próprio.

O país esteve igualmente presente nas edições de Sidney'2000, Atenas'2004, Londres'2008, Inglaterra'2012 e Rio de Janeiro'2016.

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