Num ambiente de dor e consternação dos familiares e de outras personalidades presentes no campo santo, antes do enterro foi realizada uma cerimónia fúnebre na sede do clube, no bairro Rocha Pinto.

Estiveram presentes o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto, entre outras figuras.

Na ocasião, a titular da pasta do desporto afirmou que “quem parte e deixa obra vive para sempre”, apelando à continuidade do trabalho do finado.

Posição idêntica foi manifestada pelo novo presidente de direcção do Interclube, Alexandre Canela.

O ex-líder da agremiação, Alves Simões, também expressou consternação e destacou as qualidades do subcomissário de migração, que morreu aos 58 anos de idade, numa das clínicas da capital do país.

Natural do Lobito, província de Benguela, Miguel António “Camuloge”, que iniciou carreira no antigo Dinamos local, ajudou a equipa do Interclube a conquistar, entre outros, cinco títulos africanos no sector feminino.

Antes da sua morte, preparava-se para tomar posse como vice-presidente para o basquetebol do clube da Polícia Nacional, cargo para o qual havia sido reeleito recentemente.

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