O Clube Recreativo da Caála garante salários aos atletas, apesar de estarem quatro meses sem jogar por culpa da pandemia, que originou o cancelamento das actividades desportivas no país em Março.

Esta garantia foi dada pelo presidente de direcção do clube, Horácio Mosquito: “Dizer que tudo faremos para cumprirmos com os nossos compromissos. Vamos encontrar uma forma para ninguém sair lesado, nem a família dos atletas assim como nós enquanto empregadores.”

O dirigente reconhece que a situação económica e financeira do país não é das melhores. Mesmo assim, assegurou que o seu elenco continua a envidar esforços para honrar o bom-nome do clube e da província.

“Estamos a fazer um esforço tremendo. Desde o princípio do ano que a nossa economia não está boa”, sublinhou o empresário angolano que dirige aquele clube histórico há seis anos consecutivos.

Quanto aos reforços para a época 2020/21, Mosquito não fez comentários, mas sabe-se que haverá rostos novos na equipa, tendo em conta o objectivo de melhorar a classificação e o número de vitorias no Girabola Zap.

Com esta informação, tudo indica que nesta altura os atletas respiram de alívio, uma vez que se mostravam tristes e resmungavam nos bastidores por falta de verbas para suprirem as necessidades das suas famílias.

Recorde-se que a Caála ocupa o nono lugar no Girabola Zap 2029/20, cancelado por força da COVID-19, quando faltavam apenas cinco jornadas para terminar, de acordo com o calendário da prova.

O clube, que apagou a 78.ª vela ontem, vai avaliar o ritmo competitivo dos atletas nos treinos, e consequentemente nos jogos amigáveis, dentro e fora de casa.

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