A questão esteve em cima da mesa recentemente no encontro entre o BNA, dirigentes do Ministério da Juventude e Desportos (MINJUD) e as federações, decorrido na Galeria dos Desportos, em Luanda.

Nesta última instalação desportiva, o quadro sénior do BNA, Veloso Pedro, esclareceu os passos que as federações deverão seguir posteriormente para a aquisição de divisas.

Entretanto, o presidente da Federação Angolana de Andebol (FAAND), Pedro Godinho, aplaudiu e elogiou a iniciativa do MINJUD por trazer o responsável sénior que ajudou a compreender algumas questões.

“Nós federações tivemos a oportunidade de explicar ao responsável de um dos departamentos do BNA que o desporto tem dinâmica e mecanismo diferente de uma empresa”, realçou.

Godinho fez saber também que as federações desportivas não são comunicadores directo do BNA.

Por sua vez, o presidente da Federação Angolana de Judo (FAJ), Paulo Nzinga, mais conhecido como Mestre Apoló, disse que o encontro surgiu em boa altura.

O dirigente avançou que a dificuldade na aquisição de divisas tem condicionado a planificação, preparação e saídas das selecções nacionais para o exterior, tendo em conta os estágios e competições internacionais.

“Acredito que com a facilitação de divisas vamos melhorar também a nossa dinâmica de trabalho porque será menos um stress para nós”, concluiu o mestre com a graduação de sexto Dan.

Sabe-se também que a maioria dos dirigentes federados no país adquirem dividas no mercado informal, onde é constante a especulação dos valores de compra e venda da moeda.

De referir que dezenas de atletas das modalidades individuais também enfrentam enormes dificuldades na aquisição de divisas.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.