Terceiro mais utilizado (31 minutos), o atleta de 2,08 metros de altura correspondeu a aposta do seleccionador, que o alinhou no cinco inicial, contrariamente aos dois jogos anteriores em que começou no banco de suplente.

Esteve bem na luta de tabelas, fazendo um contra-peso ao “gigante” filipino Andray Blatche, melhor unidade do jogo com 23 pontos e 12 ressaltos.

Sobressaiu igualmente na partida, mais propriamente na recta final, o extremo Carlos Morais, autor de seis decisivos pontos, dos quais o triplo que empatou a 70 pontos, quando restavam dois minutos para terminar.

Morais fez 11 pontos, menos um que Yanick Moreira e Reggie Moore, enquanto Leandro Conceição teve 10, numa partida em que Angola dominou os três períodos (21-20), (17-14), (18-12) e perdeu o quarto, por 28-35.

Gerson Domingos e Gerson Gonçalves fizeram cinco pontos cada, Leonel Paulo seis,  José António três e Divaldo Bunga não pontuou. Olímpio Cipriao e Eduarda Mingas não foram utilizados por opção técnica.

A selecção joga agora em Pequim, onde para a fase classificativa encontra primeiro o Irão e depois a Tunísia. O objectivo é ser o africano mais bem classificado e apurar-se aos Jogos Olímpicos de 2020 no Japão.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.