Com um plantel recheado de experientes e exímios executantes, inicialmente foram os petrolíferos a tomarem as rédeas do desafio, em que os seus jogadores aproveitam os lançamentos de curtas e longas distancias. Desta, os comandados do treinador Lazare Adingono chegam ao 1º quarto com a vantagem de 33-18.

No segundo, maior esforço e determinação dos marinheiros, que exploram um certo relaxamento do adversário, mas impotentes em travar as investidas dos “tricolores” que fazem o placard registar o diferencial de 62-33, no intervalo maior.

Em reatamento, forte ascendente dos anfitriões, que com algumas facilidades continua amealhar os pontos necessários, muito por culpa de uma certa ingenuidade contrária, possibilitando atingir a cifra de 90-50, no terceiro.

Já no quarto e último período, embora denotando-se um ligeiro atrevimento da turma do técnico Joaquim Pinto, principalmente nos lançamentos de triplos e luta de baixo da tabela, foi apenas o consolidar da supremacia dos líderes e campeões nacionais, que desembocam na “chapa” cem (116-77).

Os 17 pontos do capitão Lionel Paulo, contribuíram significativamente para o triunfo da sua equipa, enquanto que os 14 de Edmilson Inglês, foram insuficientes para impedir a derrota da sua formação.

As equipas marcaram da seguinte forma:

Petro: Olímpio Cipriano (2), Childe Dundão (12), Carlos Morais (16), José António (7), Antwan Scott (7), Leonel Paulo ( c ) (17), Hermenegildo Mbunga (10), Benvindo Quimbamba (11), Gerson Gonçalves (14), Jone Pedro (5), Aldemiro João (6) e Valdelicio Joaquim (9).

Treinador: Joaquim Pinto

Marinha: Edmilson Inglês (14), Edmilson Andrade (dnp), Wilson Ambrósio (10), Cristiano Xaviar (6), Tárcio Domingos (9), Cândido Madureira (0), Eusébio Santos (2), Milton Valente (10), Geraldo Lucas (8), Fábio Domingos (8), António Ndalimbilwa ( c) (10) e Nzoge António (0).

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